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O que é um bom touro?

Artigos | Data de publicação: 09 de fevereiro de 2012


nelore irca

Não é difícil constatar que os touros TOPs em peso são conclamados melhoradores em relação aos touros médios. No entanto, eles estão gerando o retorno esperado? A expectativa de lucratividade se realiza?

Observamos dois fenômenos:

1. Os touros TOP’s peso – com DEp’s altas – são vendidos por preços maiores. É uma consequência da lei do mercado: há demanda por qualidade genética.

2. Essa demanda parece justificável, isto é, ela se apresenta à primeira vista como economicamente razoável. Se um touro gera +20 kg de peso ao sobreano e procria 100 bezerros durante a sua vida, considerando o quilo a R$ 3,00, esse touro valeria R$ 6.000,00 mais do que o touro médio.

Diante desses dois pontos, podemos concluir: a lucratividade no setor deve estar aumentando, já que está havendo um investimento em produtividade. Estamos trabalhando com maior eficiência. Correto?

Infelizmente, não. O cálculo na pecuária não é apenas uma conta de multiplicação de fator único. Ou melhor, em nenhum setor da economia a análise quantitativa resolve a questão da lucratividade.

O cálculo não deve ser apenas quantitativo, mas qualitativo. Aumento de peso não é sinônimo de genética de qualidade. Ela não é resultado de um único fator, mas de um conjunto de aspectos. E o ponto ótimo – a lucratividade – está no equilíbrio ótimo, não no ponto máximo.

Por exemplo, não podemos desprezar os antagonismos genéticos. Crescimento de peso (positivo em tese) gera aumento de peso ao nascer (nem sempre positivo). O peso ao sobreano impacta no tamanho adulto (aumento de custo de mantença do rebanho). A relação entre área de olho de lombo, gordura subcutânea e o rendimento de carcaça: onde está o equilíbrio?

Os sumários – análises meramente quantitativas – não respondem a essas questões. Significa então que eles não servem para nada? Não, podem ser muito úteis, desde que analisados dentro do contexto global, e não como um tapa-olho para as outras características.

Os sumários oferecem elementos muito úteis, mas é preciso ter presente que eles não dão a resposta final. Não basta lê-los, é necessário um trabalho de ponderação. Afinal, lucratividade não é volume, e sim eficiência.

Por isso, a análise do valor genético de um touro não é simples. É preciso observação e medição dos diversos fatores envolvidos, que não estão apenas no touro em si, mas no ambiente em que ele trabalhará, no sistema de produção específico implantado na fazenda e nos seus objetivos pretendidos, etc.

A qualificação do bom touro não se assemelha tanto a uma fotografia (análise instantânea), e sim a um filme (um processo no tempo), com idas e vindas, num aprendizado contínuo, no qual se testa e se retifica, inova-se e ao mesmo tempo controlam-se alguns parâmetros, para depois medir os resultados, etc.

Complicado? Nem tanto. Difícil mesmo é perceber que, a cada ano que passa, aumentam-se os pesos dos animais, compra-se mais “qualidade” (DEP’s altas), mas depois não se vê o retorno esperado. A grande expectativa no ato da compra daquele touro melhorador, daquele sêmen, não se realiza no fechamento do ano. E queiramos ou não, a realidade está mais próxima do balanço financeiro do final de ano do que no folder do marketing.

Genética para produção de carne em pastagem

HACKNEY 3941 IRCA

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Quatro gerações de um touro nelore IRCA

Matérias na mídia | Data de publicação: 07 de fevereiro de 2012


nelore irca

Bezerros nelore IRCA nascidos em outubro de 2011, filhos do HULSUR 3907 IRCA, este é filho do CANGACEIRO 2116 IRCA que é filho do TERREMOTO 1134 IRCA.

Esta apresentação no SlideShare e o vídeo a seguir no Youtube referente ao slide no.7  demonstram através da padronização da carcaça e biotipo a consistência genética do trabalho de seleção.

A seleção do nelore IRCA iníciada em 1916 hoje utiliza as mais modernas tecnologias como ultra-sonografia de carcaça/AVAL-Goiânia-GO, avaliação genética/GenSys-Porto Alegre-RS e registros genealógicos/ABCZ-Uberaba-MG.

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Tempos de incertezas geram novas oportunidades

Artigos | Data de publicação: 30 de agosto de 2011


nelore irca

Quando tudo parecia um “céu de brigadeiro” as incertezas afloraram de todos os cantos: risco soberano, alavancagem bancaria européia, volatilidade de valores das ações e moedas, crise política.

Com custos de produção cada vez maiores, os preços pagos pela arroba do boi gordo ainda que elevados, não garantem os lucros.

Gestores mais do que nunca precisam de insights para aconselhar os produtores a permanecerem no negócio e animar outros mais jovens a entrarem no negócio.

O maior desafio para a pecuária e agricultura será identificar oportunidades para que as próximas gerações assumam a tarefa de alimentar o mundo.

A produção agrícola é uma grande vocação, mas temos que ser diligentes em nossos processos e olhar para o futuro vendo a aprovação de um código florestal coerente com nossa realidade de país celeiro do mundo, leis tributárias adequadas ao desenvolvimento.

O conhecimento dos custos de produção leva a expectativa das margens de lucro.

Elaborar um plano, conhecer os riscos e tirar proveito de oportunidades geradas a partir da criatividade no realinhamento de formas tradicionais no modo como operamos o negócio na produção de carne.

A banalização da palavra vem gerando dúvidas em muitos profissionais sobre a real “estratégia” da empresa.

Estratégia é a definição de como recursos serão alocados para se atingir determinado objetivo. Usada originalmente na área militar, esta palavra hoje é bastante usada na área de negócios.

A estratégia começa com uma visão de futuro e implica na definição clara de seu campo de atuação, na habilidade de previsão de possíveis reações às ações empreendidas e no direcionamento que a levará ao crescimento.

Procure responder: qual a estratégia de produção que sua empresa visualiza. Numa era turbulenta, o único trunfo confiável é a capacidade de antecipar as circunstâncias e reinventar o modelo de negócios

Precisamos adquirir resiliência estratégica, e esta não é fácil.  Resiliência estratégica não é reagir a uma crise isolada. Não é se recuperar de um revés. É antes, a capacidade de se antecipar – e se ajustar – continuamente a profundas tendências seculares capazes de abalar de forma permanente a força geradora de lucros de um negócio.

Resiliência é a capacidade de mudar antes que a necessidade de mudança se torne imperativa.

Para prosperar em tempos turbulentos, a empresa deve ser, na renovação, tão eficaz quanto o é na produção de bens e na oferta de serviços.

Precisamos de ânimo na pecuária de produção, o que pode significar adotar formas não tradicionais, sendo criativo e construindo novas maneiras de operar assimiladas com as lições que você aprendeu ao longo dos anos.

Qual é o melhor conselho que você daria a um jovem iniciante na pecuária?

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Melhoramento genético e lucratividade sustentável

Artigos | Data de publicação: 13 de julho de 2011


nelore irca

Ciência utilizada para obter, na pecuária de corte, indivíduos ou populações com características desejáveis, o melhoramento genético animal nunca deve perder de vista a lucratividade do negócio. Por isso, a avaliação genética é a ferramenta objetiva e fundamental para identificar os melhores animais. E, então, selecioná-los.

Quais seriam as características desejáveis em gado de corte, capazes de garantir a maior lucratividade sustentável aos criadores? Proponho as seguintes:

Fertilidade das fêmeas, para obter o maior número possível de bezerros numa mesma população de vacas;

Habilidade maternal, para criar e desmamar bezerros saudáveis;

Tamanho moderado nos animais adultos, para se mostrarem eficientes em condições de restrição alimentar, ou seja, nos pastos, que oferecem níveis nutricionais diferenciados, nas águas e na seca. Algo bem diferente, portanto, da alimentação suplementada no cocho;

Capacidade para depositar gordura subcutânea na fase de crescimento, o que antecipa nas fêmeas a oportunidade de ficarem prenhes e, nos machos, o abate;

Longevidade produtiva das matrizes, expressa por uma longa permanência no rebanho, com alta produção;

Maior quantidade de carne no “gancho do frigorífico” com um menor peso vivo na fazenda, o que se traduz em maior quantidade de arrobas produzidas por área de pastagem.

Capacidade de apresentar todas essas características desejáveis em ambientes que não requeiram o uso intensivo (não sustentável) de insumos.

Essas características básicas há quase 100 anos, serviam como beabá para os meus antepassados, ao se decidirem, ainda em Alagoas, pela criação do Nelore IRCA, pensando em implantar uma indústria frigorífica. O abatedouro não foi construído, mas a idéia-base permaneceu até hoje na Fazenda Providência do Vale Verde, em São Miguel do Araguaia, no noroeste goiano, e ela tem apresentado muitas vantagens.

A razão é simples, e igualmente baseada nos princípios da genética. À medida que se promove o melhoramento genético, com base em um programa de seleção eficaz – e este se perpetua por muitas gerações, com o mesmo critério de seleção –, alguns genes se tornam cada vez mais freqüentes no plantel. Dessa forma, a distribuição dessa população melhorada se dá numa curva assimétrica à direita do ponto ótimo das características de relevância econômica (tal como mostra o gráfico 1).

Gráfico 1 - Distribuição assimétrica

Gráfico 1 – Distribuição assimétrica

Distribuição dos animais da safra 2007 e 2008 em relação Espessura de Gordura Subcutânea

Visualização da Evolução – O programa de melhoramento do Nelore IRCA empenha-se no conhecimento da evolução genética da população, para acelerar, na direção desejada, a alteração das características de interesse econômico.

Em uma distribuição normal, a maioria dos animais está localizada próxima à média e, quando olhamos para produções menores ou maiores (os extremos), o número de animais nesses grupos diminui (ver gráfico 2)

Curva normal ou de Gauss
Gráfico 2 – Distribuição normal, curva de Gauss

Graças à seleção, a mudança do valor genético dos animais de uma população pode ser afetada pela (i)-variação genética da população, (ii)-intensidade de seleção, (iii)-acurácia dos resultados e (iv)-pelo intervalo entre as gerações.

A variação genética de uma população distribuída à direita do ponto ótimo pode ser otimizada pela identificação dos animais mais harmônicos nas características selecionadas. O desvio-padrão genético, como uma particularidade da população, contribuirá para a efetivação dos valores conseguidos nas características que produzem a lucratividade.

A intensidade de seleção vai depender da fração da população escolhida para serem os pais. Ou seja, quanto maior a proporção selecionada em relação aos candidatos, menor a intensidade de seleção. Exemplo: selecionar os 100 melhores em 1.000 ou 500 em 1.000.

Maior intensidade é encontrada na primeira situação. Quando se trabalha com vacas de maior longevidade produtiva, melhora-se a intensidade de seleção das fêmeas, aumentando-se a pressão sobre as necessárias para reposição. Como resultado, tem-se um maior progresso genético, com a também indispensável contribuição de touros disponíveis, igualmente selecionados com rigoroso critério.

Para garantir uma boa acurácia da seleção, devem ser avaliadas todas as progênies até o sobreano, permitindo obter alta precisão na determinação do mérito genético dos touros.

Intervalo de gerações – Se, por um lado, um curto intervalo de gerações – por exemplo, 4 a 5 anos – proporciona um maior progresso genético por ano; por outro, um maior intervalo entre as gerações, pode aumentar a exatidão da seleção, pois um maior número de informações (filhos avaliados) estará disponível. Por exemplo, o Retorno Maternal, característica na qual o touro tem avaliação acurada, baseada em dados reprodutivos de suas filhas, a partir dos seus 7 a 8 anos de idade.

Intensificando os resultados – Além do uso de touros provados IRCA, uma proporção significativa das fêmeas em reprodução é acasalada com touros jovens da mesma procedência. Em vez de focar todo o trabalho em um único touro jovem, que mostrou qualidades, sempre optamos por usar um grupo de 8 a 12 touros jovens. Com isso, diminuem-se os riscos.

Se considerarmos o futuro de um grupo de touros jovens com altas DEPs, mesmo com baixa confiabilidade (acuracia), acreditamos que, se a DEP de um touro diminui, a de outro aumenta. Em um grupo, os touros que diminuem sua DEP normalmente contribuem para o aumento da DEP dos outros. Assim, a DEP média final do grupo de touros jovens não muda com o tempo, pois um grupo compensará o outro.

Em outras palavras: a melhor estratégia para minimizar o risco da baixa acurácia de touros jovens e maximizar o ganho genético é trabalhar com vários deles ao mesmo tempo, em lugar de privilegiar o uso um ou dois apenas.

Em nossa fazenda, os dados referentes à safra 2010-2011 foram os seguintes: 41,9% dos bezerros nascidos são filhos de 9 touros da geração 2007 e de 4 touros da geração 2006; portanto, com 3 e 4 anos de intervalo de gerações.

Nova geração a caminho - IRCA

Nova geração a caminho - IRCA

Lucratividade, sempre – A produção de genética será viável para aqueles que se concentram na produção de touros que geram ao produtor mais dinheiro, e que de fato podem fazê-lo, em razão de realmente entenderem como esses produtores conduzem o seu negócio.

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Quando a opção for encurtar o ciclo: abate aos 22 meses, com 440 kg

Matérias na mídia | Data de publicação: 27 de dezembro de 2010


nelore irca

O selecionador José da Rocha Cavalcanti, proprietário da fazenda Providência do Vale Verde, em São Miguel do Araguaia, GO, utiliza ultrassonografia para identificar em seu rebanho Nelore animais com precocidade em acabamento de gordura e com um bom rendimento de carcaça. “Nosso projeto busca selecionar animais capazes de alcançar os resultados almejados em um ciclo de produção de 22 meses”, diz Cavalcanti, que conduz um plantel de 1,5 mil cabeças, entre machos e fêmeas.

Todos os machos e fêmeas da fazenda são submetidos ao sobreano (550 dias de idade) ao ultrassom, para medidas de área de olho de lombo-AOL, espessuras de gordura subcutânea-EGS e na garupa-EGP8. As avaliações visuais – de conformação, precocidade e musculatura – são feitas ao desmame e sobreano, e servem de apoio aos dados coletados pela ultrassonografia.

“Com o ultrassom, conseguimos eliminar os riscos comuns daqueles que selecionam biotipo apenas com os escores visuais, como a dificuldade de visualizar e pontuar corretamente diferenças entre o que é músculo e gordura”.

Segundo Cavalcanti, desde que iniciou o trabalho de ultrassonagrafia, em 2004, os índices de precocidade de acabamento e de área de olho de lombo apresentaram acentuada evolução.

Em 2004, as avaliações por ultrassonografia em machos ao sobreano indicavam que apenas 15,7% deles apresentavam gordura mediana (3-6 mm). Já na safra 2008, avaliada este ano, a proporção de machos com a espessura de gordura considerada ideal saltou para 95,4%. Nas fêmeas, também se registrou melhoria na taxa de gordura mediana, que saltou de 39,1% o número de fêmeas com essa gordura, em 2002, para 96,6% do total de fêmeas desmamadas apresentando a gordura mediana, em 2008.

No mesmo período, dobrou a média de espessura de gordura subcutânea nos machos, elevando-se de 2,2 mm, na safra de 2002, para 4,4 mm, em 2008, enquanto no plantel de fêmeas, a espessura média de gordura evoluiu de 2,8 mm para 4,4 mm. A melhoria no acabamento foi acompanhada pela evolução da área de olho de lombo, medida associada à musculosidade. No período de 2002 a 2008, a AOL evoluiu de 47 cm2 para 60 cm2, nos machos, e de 41 cm2 para 52 cm2, nas fêmeas.

O trabalho de seleção da Providência do Vale Verde visa a oferecer ao mercado uma genética que permita a opção de levar ao abate animais que aos 22 meses apresentem 440 kg de peso vivo, com gordura subcutânea de 3 mm a 6 mm e rendimento de carcaça de 53%, o que resulta num peso morto de 232,5 kg ou 15,5 arrobas. “O peso morto de 15,5 arrobas não é o ideal para o frigorífico, mas é o que traz maior lucratividade para quem trabalha com o sistema de produção de ciclo curto a pasto”, afirma Cavalcanti. “O ágio pago pela indústria por animais de 18 arrobas ou 270 kg de peso morto, com cobertura uniforme (6 mm-10 mm) não compensa a lucratividade proporcionada pelo ciclo curto”, acrescenta. “Já no caso de quem produz a pasto, em sistema sustentável, é mais interessante economicamente entregar um animal mais leve (sem agregar o custo de um confinamento), de 440 kg de peso vivo e rendimento de 53%, o que permite, entre outras vantagens, um giro mais rápido na produção e, consequentemente, mais arrobas produzidas com uma margem de lucro maior”. Segundo Cavalcanti, ao optar pelo abate de animais mais leves, o pecuarista reduz o seu custo de produção. “Um animal mais pesado gera mais receita bruta, mas os seus custos de produção são mais altos”, afirma.

Para atingir a meta de abate aos 440 kg de peso vivo, Cavalcanti propõe a engorda a pasto, em ciclo curto, até os 20 meses (cerca de 390 kg de peso vivo), seguida da terminação em regime de semiconfinamento, durante 50 dias, para serem abatidos aos 22 meses. No semiconfinamento, o animal recebe ração com 18% de proteína, na proporção de 1% do peso vivo, com a engorda de um kg/dia, até atingir 440 kg, ou 232,5 kg de peso morto.

Segundo Cavalcanti, o custo total da engorda semiconfinada por 50 dias equivale ao valor de 1,15@ por animal. Com a venda do boi a R$ 15,5@, aos 22 meses, tem se um resultado de 14@ mais 6 kg por animal, descontado, em arrobas, o custo da engorda rápida em semi-confinamento. Nos seus cálculos, isso representa um ganho superior ao que seria obtido no sistema tradicional de pecuária a pasto – abate aos 36 meses, com 18 arrobas de peso.

Considerando-se um período de 60 meses, o sistema proposto por Cavalcanti (a partir da desmama aos 8 meses), resultaria em 4,29 ciclos de recria ao abate, enquanto no sistema tradicional, de matança aos 36 meses, seriam 2,14 ciclos. Para 1.000 cabeças, o sistema de ciclo curto resultaria na produção, em cinco anos, de 31.703 arrobas (já descontado o gasto no semiconfinamento, equivalente a 4.933 arrobas).

Pelo sistema tradicional, uma produção de apenas 23.540 arrobas. Em valor, o sistema de ciclo curto proporciona uma receita 31% maior do que a propiciada pelo sistema tradicional – R$ 2,472 milhões (31.703 arrobas x 78,00/arroba), contra R$ 1,883 milhão (23.540 arrobas x 80,00/arroba), considerando-se no cálculo do sistema de ciclo curto o preço da arroba a R$ 78,00 por ter que descontar o desagio para os animais que pesaram abaixo de 15 arrobas.

Fonte: Revista DBO, Especial de Genética, Setembro 2010.

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